Em 8 de outubro de 2026, a filial de Xangai da Administração Nacional de Regulação Financeira publicou 31 avisos de penalidade em um único dia — 21 relacionados a seguros, 10 a bancos e outras instituições. A infração mais concentrada entre as multas do setor de seguros foi a operação fora das fronteiras provinciais: as filiais de Xangai da CPIC Health, da Taikang Pension e da Dinghe Property Insurance foram todas multadas por isso, e as três foram simultaneamente autuadas por utilizarem condições e tarifas de seguro que não haviam sido registradas conforme exigido.
A filial da Dinghe teve o processo mais denso: além de vender fora das províncias e usar condições não registradas, foi autuada por elaborar declarações falsas, recebendo a maior multa a seguradora do lote, de ¥540 mil. A filial da Taikang Pension foi multada em ¥530 mil, com seu então diretor-geral Zheng Tingqiang multado pessoalmente em ¥100 mil — a maior multa individual do lote. A filial da CPIC Health foi multada em ¥230 mil, e seu gerente de desenvolvimento de negócios Zheng Wenhao em ¥40 mil. O então vice-diretor-geral da Dinghe, Zhang Weizong, foi multado em ¥75 mil pelas declarações falsas, e o vice-chefe de departamento Ma Liang em ¥12 mil pelas violações relativas às condições contratuais.
A proibição de atuação transfronteiriça é uma regra antiga — as filiais não podem subscrever apólices fora de sua província — com exceções restritas para cosseguro, grandes coberturas comerciais e internet ou telemarketing em conformidade. O negócio no nível das filiais vive na zona cinzenta: os reguladores já decidiram que endereços de imóveis alterados, apólices fracionadas e intermediários usados como canais continuam sendo subscrição remota ilegal. Doze dos 31 avisos foram dirigidos a pessoas físicas, chegando a cargos de linha de frente, e uma política conjunta de 31 de julho acrescentou responsabilização vitalícia, pondo fim à ideia de que deixar o cargo encerra a responsabilidade.
Multas de ¥540 mil, ¥530 mil e ¥230 mil às três filiais, além de advertências; multas individuais de ¥12 mil a ¥100 mil a executivos das filiais.
A pressão por vendas levou as filiais a buscar negócios fora das fronteiras provinciais, ao mesmo tempo que afrouxavam a execução das condições e tarifas registradas — um agente afirmou que as filiais fazem isso para conquistar negócios.
A própria proibição de atuação transfronteiriça limita as multas a cerca de ¥30 mil, de modo que os valores elevados vieram da violação associada: condições e tarifas não registradas, de ¥100 mil a ¥500 mil sob a Lei de Seguros.
O regulador passou de multar apenas a filial para multar tanto a instituição quanto pessoas físicas nomeadas, estendendo-se dos diretores-gerais até vice-chefes de departamento de linha de frente.
As declarações falsificadas foram contabilizadas como uma violação separada: o relato falso da Dinghe gerou a maior multa a seguradora do lote, além de uma penalidade pessoal ao executivo responsável.
A lição
A própria proibição de atuação transfronteiriça limita as multas a cerca de ¥30 mil, de modo que os valores elevados vieram da violação associada: condições e tarifas não registradas, de ¥100 mil a ¥500 mil sob a Lei de Seguros.
O lote de 8 de outubro também mostrou o lado mais severo do regime de responsabilização: um agente da Front Sea Life foi banido do setor de seguros por dez anos por fraude contratual, e dois funcionários do Shanghai Rural Commercial Bank foram banidos do setor bancário por dez e cinco anos. As filiais das três seguradoras foram advertidas e multadas, e os executivos nomeados foram multados pessoalmente ao lado delas.
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As fontes
- 三家险企同踩“跨区域经营”红线,上海金监局一日开出31张罚单 21世纪经济报道 (via Sina Finance) · finance.sina.com.cn ·