O Union Bank of India, um banco estatal, emitiu uma circular para seus funcionários em Chennai exigindo que os empregados usassem vestimenta com cores definidas — nove cores diferentes para os nove dias do Navratri, de 7 a 15 de outubro — e impôs uma multa de ₹200 aos funcionários que não a cumprissem.

A ordem gerou uma fúria nas redes sociais. O deputado de Madurai, Su Venkatesan, condenou publicamente a direção do banco, perguntando sob que autoridade um empregador poderia impor vestimenta festiva aos seus empregados, e classificou a medida como uma intromissão no direito individual de se vestir.

O banco revogou a circular em 7 de outubro, o dia em que o código deveria entrar em vigor. Um representante do Union Bank afirmou que o problema havia sido corrigido e a ordem revertida.

A circular foi revogada em 7 de outubro, o dia em que entrou em vigor, após a condenação pública por um deputado em exercício; o banco só ganhou constrangimento.

O banco tratou um festival religioso como uma questão de conformidade no local de trabalho, vinculando multas à participação nele.

Um empregador estatal ditando a observância de um festival foi lido como uma intromissão em direitos pessoais — exatamente o enquadramento que o deputado atacou.

A multa de ₹200 tornou um gesto simbólico punitivo, transformando uma circular de RH em uma controvérsia sobre direitos.

Celebração voluntária e celebração obrigatória são produtos diferentes: vincule uma multa à vestimenta festiva e um gesto cultural se torna uma controvérsia sobre direitos.

A circular foi descartada em 7 de outubro de 2021, antes de começar a rotação de vestimenta de nove dias. O banco enquadrou a revogação como uma correção, e o episódio terminou como um alerta público sobre fundir observância religiosa com disciplina no local de trabalho — com o tuíte do deputado, e não o festival, definindo a história.

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As fontes

  1. Bank withdraws dress-code notice after row ETHRWorld · hr.economictimes.indiatimes.com ·