O Signature Bank, um banco comercial sediado em Nova York, havia se tornado um importante parceiro bancário do setor de criptomoedas. Aproximadamente 25% dos seus depósitos vinham de clientes de criptomoedas, e ele operava uma rede de pagamentos em tempo real (Signet) usada por corretoras de criptomoedas.
Quando o SVB colapsou em 10 de março de 2023, o Signature Bank sofreu uma rápida saída de depósitos, à medida que clientes de criptomoedas e outros depositantes retiravam fundos. Em 12 de março, dois dias após a falência do SVB, os reguladores intervieram no Signature Bank. Na época, foi a terceira maior falência bancária da história dos EUA.
O caso ilustrou o risco de contágio de atender a um setor concentrado e volátil: quando o inverno cripto chegou e o SVB faliu, a base de depósitos do Signature, fortemente concentrada em criptomoedas, foi a primeira a sofrer corrida. O destino do banco foi selado pela concentração setorial e pelo pânico sistêmico que se seguiu ao colapso do SVB.
Os reguladores intervieram no Signature Bank dois dias após o colapso do SVB, tornando-o a terceira maior falência bancária dos EUA, porque 25% dos seus depósitos vinham de clientes de criptomoedas que sacaram os recursos.
O Signature Bank tinha cerca de 25% dos depósitos provenientes de clientes de criptomoedas, o que criava concentração setorial.
O colapso do SVB desencadeou uma corrida de depósitos no Signature.
Os reguladores intervieram no banco dois dias após a falência do SVB.
Na época, foi a terceira maior falência bancária da história dos EUA.
A lição
Um banco que atende a um setor concentrado e volátil fica exposto ao risco sistêmico desse setor. Os depósitos em criptomoedas do Signature sofreram corrida quando o SVB faliu. A diversificação é um requisito de sobrevivência.
O Signature Bank foi intervencionado e seus ativos foram vendidos ao New York Community Bancorp. O caso, ao lado do SVB e do Silvergate, levou a uma reavaliação do risco de concentração bancária e da regulamentação bancária de criptomoedas.
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