O Departamento de Licenciamento e Assuntos Regulatórios de Michigan (LARA) emitiu, em 9 de setembro de 2026, uma notificação de intenção de revogar a licença do Kalamazoo Behavioral Health Hospital depois que investigadores constataram não conformidade contínua com as regras de licenciamento, centrada em quedas, lesões e supervisão de pacientes. Pacientes foram levados da unidade para outro hospital pelo menos 57 vezes entre janeiro e maio; a LARA investiga 43 dessas transferências, 24 delas somente em abril e maio — 10 envolveram quedas com lesão e agressão, e 14 envolveram quedas, lesões inexplicadas ou pacientes sem resposta.

A carta do estado descreve um paciente classificado como risco de queda que deveria ser verificado a cada cinco minutos, foi deixado sozinho por cerca de uma hora, caiu e se feriu com gravidade suficiente para ser hospitalizado. Em um incidente separado, em 2 de setembro, um paciente caiu por volta das 3h, fraturou o quadril e o fêmur e bateu a cabeça; o turno da noite não registrou o ocorrido, as anotações da equipe o descreviam caminhando durante a manhã, e as imagens de segurança nunca mostraram que ele tivesse saído do quarto. A gravidade só veio à tona cerca de oito horas depois — a queda por trás da reclamação do filho em setembro.

Os reguladores também afirmaram que o hospital não apresentou uma análise de causa raiz para o volume de quedas e que os pacientes não eram verificados com a frequência exigida, e a LARA identificou não conformidade com as Condições de Participação federais. O proprietário Neuropsychiatric Hospitals e o CEO Tim Radabaugh não responderam aos pedidos de comentário do News Channel 3. O hospital pode continuar operando enquanto o caso segue para a audiência administrativa marcada para 14 de outubro de 2026.

Notificação de intenção de revogar a licença estadual emitida em 9 de setembro de 2026; 57 transferências de pacientes para hospitais em cinco meses, com audiência de revogação marcada para 14 de outubro.

A equipe deixou um paciente conhecido como de risco de queda sozinho por cerca de uma hora, contrariando a exigência de verificação a cada cinco minutos, e ele caiu e foi hospitalizado.

O turno da noite nunca registrou uma queda às 3h que fraturou o quadril e o fêmur de um paciente; a gravidade só veio à tona cerca de oito horas depois, por meio de outro funcionário.

As imagens de segurança contradisseram as próprias anotações do hospital — o vídeo nunca mostrou o paciente saindo do quarto —, minando o registro em que a unidade se baseou.

A unidade não apresentou análise de causa raiz para o volume de quedas e deixou de fazer as verificações exigidas dos pacientes, de modo que os reguladores viram não conformidade contínua, e não um problema corrigido.

Em cuidados supervisionados, o intervalo entre verificações é o produto: pular por uma hora um esquema de rondas de cinco minutos produziu a queda que desencadeou o processo de revogação da licença.

O hospital continua operando enquanto o processo corre: a notificação de intenção foi emitida em 9 de setembro de 2026, há uma audiência administrativa marcada para 14 de outubro de 2026 e uma decisão final sobre a licença deve seguir. A LARA mantém a unidade sob investigação ativa. O proprietário Neuropsychiatric Hospitals e o CEO Tim Radabaugh não responderam a repetidos pedidos de comentário. Um professor da Cooley Law School não envolvido no caso classificou o número de incidentes — que aumentaram ao longo de cinco meses — como extremo para uma unidade encarregada de proteger pacientes vulneráveis.

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As fontes

  1. Patient injuries, staff failures could cost Kalamazoo mental health hospital its license WWMT News Channel 3 · wwmt.com ·